quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Papel em Branco






Entre começos e recomeços
Sempre existirá uma folha em branco
Para escrever todos os tropeços
Para rolar por todos os barrancos

Entre risos e compromissos
Sempre haverá uma caneta em mãos
Para fazer os rabiscos
Para de tudo lançar mão

Entre tantos massos vazios
Aquela sensação de que eu sou o som da canção
E assim eu me lanço no balanço do assobio 
E o que ritma é o batuque do meu coração.

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